segunda-feira, 12 de novembro de 2012

Quarto Capitulo da web série :: Contos Eróticos


Sai correndo, chorando, como se isso fosse me livrar de todos os medos que sentia naquele momento, desde o medo de perde-lo até o de cair em lágrimas em sua frente, não queria que nada desse errado, não queria decepciona-lo como sempre faço, precisava me acalmar então liguei pra Veronica pra ouvir ela falando coisas extremamentes inúteis mas que me faziam melhor.
  Escutei o barulho da campanhia era Danilo Gentili, apoiado na porta e sorrindo de um jeito que o desenho de suas covinhas ficava perfeito, fiquei sem reação apenas olhando pra ele, não conseguia falar nada, o que ele tava fazendo aqui? Eu falei que não queria falar com ele mais.
- Oi - Diz ele com uma voz envergonhada, entrando sem eu falar nada.
- O que você ta fazendo aqui? Você não deveria estar aqui - Falei indo pro quarto, com uma voz tremula, tava com medo do que ele poderia fazer.
    Ouvi a porta da sala se fechando e os barulhos do all star de Danilo vindo em direção ao meu quarto, enquanto eu estava sentada na cama com a cabeça abaixada, ele entra no quarto, senta a minha frente:
  - Pare de chorar - Diz Danilo passando a mão desde as maças do meu rosto até as curvas da minha cintura, onde me apertava firme contra seu corpo, levantou a mão e limpou minhas lágrimas fazendo eu sorrir levemente, beijou da minha bochecha até minha boca, desceu sua mão até minha cintura, tirou suavemente minha blusa até a cima dos meus peitos, apertou firmemente meu peito com sua mão e com a outra foi tirar o sutiã.
 - Dan - Gemi segurando seus cabelos enquanto beijava meu peito direito e passava a mão pelo meu corpo inteiro. Beijei-o na boca, deslizei minha mão até o fim de sua blusa e o começo de sua calça jeans, tirei sua blusa, voltei beijando seu corpo até o zíper da calça. Ele me jogou na cama e deitou em cima de meu corpo, começou beijando minha boca e foi descendo até meus peitos, passando pela barriga, até chegar ao zíper da minha calça jeans cujo abriu com toda delicadeza, tirou minha calça e voltou a beijar minha boca, passando a mão dos meus peitos até minha bunda, onde apertou com força e deu um tapa deixando a marca de sua mão.
    Levantei e comecei a abrir seu zíper e ao mesmo tempo beijava seu pescoço, abaixei sua calça e ele ficou só de cueca box branca, fui descendo suavemente até seu penis e ele me levanta e me aperta contra seu corpo, passando a mão no meu cabelo e começou a me beijar, deitou-me na cama e deitou entre minhas pernas, começou a beijar meus peitos e foi descendo até chegar na minha calcinha onde tirou-a delicadamente e começou a beijar suavemente minha vagina.
- Dan... - Gemi segurando ao lençol como se fosse algo que iria me libertar, ele parou, tirou a cueca box e colocou seu penis em minha vagina, começou devagar, iniciou fazendo movimentos pra frente, para trás, para frente, para trás, suavemente me beijou e começou a acelerar, fazendo com que eu gritasse como se fosse a ultima coisa que faria aquela hora, segurou meus braços junto a cabeceira da cama e começou a acelerar cada vez mais.
 Não respondia mais o que eu sentia, era algo extraordinário, algo diferente, algo surpreendente, era algo que:
- AAAAAAAH Dan - Não aguentei, puxei-o pra baixo e segurei seu corpo contra o meu, mordendo seus lábios e passando a mão pelas suas costas.
- Leti, acho errado isso - Diz Danilo passando a mão até o fim das minhas costas e voltando como se sua mão fosse uma leve pena.
- O que? - Respondi logo depois de beijar seu pescoço fazendo com que suas bochechas ficassem vermelhas e ele me apertasse mais contra seu corpo.
- A gente esconder isso, acho que eu realmente to gostando de você, sei lá - Diz ficando cada vez mais vermelho e cada vez me excitando mais passando as mãos nas minhas costas.
- Não precisamos manter segredo, se tu não quiser, apenas não quero que suas fãs me mate... - Danilo interrompe me dando um beijo e levemente levanta da cama, sem dizer nenhuma palavra, apenas pega sua calça jeans, sua blusa preta, seu boné e vai até a sala.
- Danilo? Danilo? - Coloco um vestido e vou até a sala atrás dele e encontro apenas um bilhete no chão escrito: "Achei que poderiamos enfrentar todas as barreiras juntos, mas já que você não consegue suportar a pressão das fãs, vou ter que suportar viver sem você, beijos." Contendo as lágrimas sai correndo atrás dele na rua, avisto ele, cabisbaixa andando em direção ao nada, puxei-o pelo braço e abracei, abracei tão forte que parecia não havia mais ninguém, apenas eu e ele.
- Podemos enfrentar juntos,eu faço tudo ao seu lado, basta você querer - Falei ainda contendo as lágrimas e disfarçando-as com um simples sorriso.
- Quero ficar com você, apenas com você, pra sempre, eu gosto de você mais do que você imagina - Disse Danilo, vi um sorriso puro, um sorriso verdadeiro, um sorriso perfeito, Danilo beijou-me e ficamos ali, abraçados apenas esperando as horas passarem.


Autora Desconhecida que todos conhecem.

quinta-feira, 1 de novembro de 2012

Especial! Conto de Halloween. (atrasado)


Baile de Halloween! Peguei meu convite com muita vontade que estava no criado ao lado da minha cama e sorri animada. Saltei da cama num pulo, escovei os dentes e ajeitei o cabelo. Há semanas eu estava me preparando e tinha, precisava ser perfeito, eu só não sabia como as pessoas iriam reagir. Nunca apareci nas festas daquela droga de colégio, mas dessa vez algo me motivava a estar lá, um motivo que tinha nome, lindos olhos e um metro e noventa centímetros de altura... Ele, Danilo Gentili.
Desci as escadas animadamente e encontrei um bilhete que me deixou surpresa, nele dizia “Filha, eu e seu pai fomos pra casa da sua tia, juízo, cuidado, divirta-se na festa e não volte tarde para a casa, beijos e eu confio em você. Mamãe!”
O QUE? Minha mãe nunca me deixava em casa sozinha, pra nada. Mas tudo bem, eu não poderia e nem iria reclamar, liguei pra Luiza, minha amiga e em alguns minutos ela já estava de mala e cuia batendo a minha porta, com a expressão nada empolgada e bastante sonolenta.
-Você me acordou Mari! – ela disse se espreguiçando.
-Anime-se, temos que estar lindas no baile.
-Você só que ir nessa merda de baile por causa do Danilo. Esquece isso amiga, ele vai estar rodeado de putas de maquiagem carregada e saias mínimas, vai por mim.
-Dá pra pensar positivo, por favor, Gabi? – eu disse fazendo uma careta mal humorada.
-Dá, mas só acho que você não deveria se encher de esperanças. O Danilo é um cara imprevisível, não é bom esperar muito dele, sei lá, só não quero que se decepcione, mas vou torcer por você.
Trocamos um abraço carinhoso e ela se jogou no sofá com uma cara de quem não sairia dali antes das cinco, eu ignorei sua atitude e fui me cobrir de cremes hidratantes, esfoliantes, mascaras para olheiras, removedor de cravos e espinhas e todas essas inovações cosméticas, é lógico que contei com a ajuda dos produtos da minha mãe pra isso. Pedimos um almoço e eu comi pouco, fui ao salão, fiz as unhas e arrumei o cabelo, cheguei em casa um pouco atrasada e Gabriela já me esperava pronta com a fantasia de nada dela, com a mesma cara e humor de sempre, novamente a ignorei e fui terminar de me arrumar, minha fantasia de dama de copas caiu perfeitamente bem em mim, um vestido rodado e curto, preto e com corações vermelhos e uma capa pouco menor que o vestido vermelha, uma coroa pequena e não muito trabalhada em meu cabelo, que estava liso e com leves cachos nas pontas e sua franja cobria um pouco a maquiagem escura, mas não carregada, de meus olhos e meu salto preto só ajudou a deixar o look mais completo. A cara de espanto de Gabriella pra mim continuou até chegarmos à quadra de esportes do colégio que estava com enfeites em laranja e preto e bem escura, as luzes iluminavam parcialmente a escada pela qual eu desci.
Bem que poderia, mas não foi um filme americano que você chega, todos te olham e jogam os holofotes em você, mas que teve bastante gente assustada com minha presença, isso teve. Não que eu fosse o patinho feio, mas eu também nunca fui a diva da beleza, as pessoas se assustaram mesmo por que eu estava realmente menos feia do que o de costume.
Procuramos uma mesa que estavam alguns amigos de classe e Gabriella logo se sentou com aquela cara de quem não sairia dali por nada neste mundo. Tudo bem, nada que uma boa dose de álcool não ajudasse, tomei em poucos goles qualquer drink e me joguei na pista, preparada pra dançar até conquista-lo e ele estava lindo, mais do que nunca, vestido de mosqueteiro, com os cabelos mais arrumados do que o de costume, dançando livre, leve, solto e desengonçando mas rodeado de alguns amigos e muitas, muitas garotas, garotas com fantasias tanto quanto vulgares e chamativas.
Depois de uma maratona de foras distribuídos em cima daquele salto infernal,  eu já havia desistido, voltei a mesa que já estava vazia exausta, Gabriella provavelmente já devia estar no milésimo sono, e Danilo não havia sequer notado minha presença, tirei o salto e derrotada me caminhei pra fora da escola, andei algumas quadras e prestes a girar a fechadura pra entrar em casa...
-Mari, você é muito distraída. – Pulei de susto ao ouvir uma voz conhecida dizer tão perto de mim e me virei para a pessoa.
-D-a-ani-i-lo! – Confesso que demorei pra assimilar o que estava acontecendo.
-Andei em passos largos e apressados atrás de você até aqui e além de não conseguir te alcançar, não consegui fazer com que percebesse. – Ele disse com um sorriso lindo ao rosto.
-Digamos que minha noite não tenha sido das melhores. – Eu retruquei e levantei o salto que carregava na mão em sinal de que eu já estava exausta.
-Porque você não quis né? Tantos garotos chegaram em você.
O olhei com surpresa devido a sua resposta, eu não havia visto ele reparar em mim, que dirá nos garotos que haviam chegado em mim naquela noite.
-Garotos que não me interessam nem um pouco. Quem realmente me interessa e a pessoa que me fez ficar em cima desse tronco de arvore a noite toda, nem olhou pra mim enquanto eu estive lá. – Retruquei com um tom de indignação.
-Talvez quem realmente te interesse, te ache muito mais atraente com os pés descalços, com a maquiagem borrada e com leves sinais de cansaço.
Eu sorri fraco e abaixei a cabeça, senti meu rosto corar de tanta vergonha. Fitei seus olhos e por alguns instantes me distrai em leves detalhes de sua fantasia, antes mesmo de sair do transe senti seus lábios tocarem os meus e nossas línguas se entrelaçarem devagar, passei minha mão por seus ombros e uma onda de calor que ficava cada vez mais forte tomou conta de mim, ele segurava fortemente minha cintura com as duas mãos, me abraçando, e eu, com a mão livre agarrei os cabelos de sua nuca e pude sentir nosso beijo se transformar em selinhos até que já não estivéssemos mais nos beijando. Eu ainda estava em êxtase e arrepiada dos pés a cabeça, pude ouvi-lo sussurrar baixinho antes de entramos pra dentro e ele fechar a porta atrás de nós.
-Doces ou travessuras?
Ignorei o ronco vindo do sofá que provavelmente era de Gabriella, ele girou a chave na porta e nas pontas dos pés subimos as escadas trocando alguns amassos, provavelmente porque ele achou que meus pais estariam em casa. Entramos pro meu quarto e fechamos a porta, ele desamarrou minha capa e deixou que a mesma escorregasse até o chão, deixei meus sapatos no canto do quarto e ele fez o mesmo com os dele. Confesso que foi um processo demorado e difícil se desfazer das nossas fantasias, mas isso só tornava tudo aquilo mais excitante, a cada peça de roupa que já não cobria mais nossos corpos, uma série de arrepios diferentes.  Minhas unhas percorreram todo o seu tronco enquanto as mãos dele percorriam cada parte do meu corpo. Deitados na cama, ele se curvou para alcançar minha intimidade com a língua, senti meu corpo estremecer de prazer e alguns minutos depois cheguei ao meu ponto máximo. Me virei por cima dele e distribui beijos por todo seu corpo, até chegar a seu órgão. Envolvi seu “brinquedinho’ e distribui beijos naquela parte, antes de chupa-lo com muita vontade e de satisfaze-lo da mesma forma que ele havia feito comigo. Ele olhou em direção a sua roupa e antes que ele se levantasse abri minha gaveta e tirei de lá uma camisinha, que foi rapidamente colocada por ele. Danilo me lançou um sorriso perfeito e investiu rápido e de uma vez só, me fazendo soltar um gemido alto e abafado, ele foi acelerando o ritmo e ficava cada vez melhor. Haviam gotículas de suor espalhadas por nossos corpos e meus olhos já reviravam de tantos prazer, atingimos o clímax juntos, ele se levantou e se livrou da camisinha, voltou e caiu ao meu lado com a respiração ofegante. Encaramos o teto por alguns minutos e antes de dormir em seus braços, sussurrei baixinho ao pé de seu ouvido...
-Travessuras.

FIM! Espero que tenham gostado do especial de halloween atrasado! Beijooooooooos =)

Terceiro Capítulo da websérie :: Contos Eróticos

Um dia andava de madrugada pela augusta, tinha acabado de sair do Comedians, e de repente começou a chover muito, um carro começou a me acompanhar andando, uma hora resolveu parar do meu lado e para minha surpresa era o Danilo!
Então ele sabendo quem eu era me convidou para que eu entrasse no carro, porem neguei e ele continuou insistindo, e eu disse que não pois a casa que tinha alugado para passar uns tempos em SP era logo do lado, então ele começou a me acompanhar novamente de carro daí acabei cedendo e ele me levou para sua casa.
Deixou-me usar seu banheiro me emprestou um moletom vermelho grande e lindo era em uma plena sexta, um dos dias que seu programa vai ao ar, então ele me convidou para que eu o assistisse junto com ele, eu fui numa boa, sentamos em sua cama e ficamos rindo de suas idiotices do programa então ele começo a passar sua mão suavemente sobre minhas pernas carnudas e eu na hora fiquei sem reação, não sabia se deixava ou se negava tal ato mas acabou que fui me entregando ao prazer e deixei que continuasse, ate que uma hora sua mão chegou na parte em que o calor começava.
Então começou a me beijar e fui cada vez mais me entregando ao prazer e deixando que fosse me usando como se eu fosse uma pequena boneca.
Depois de tudo eu fui me arrumar para ir embora, mas no momento em que chego na porta sinto uma mão me puxando pelo braço, quando me viro era ele, Danilo me pedindo para que eu ficasse com ele pois tinha sido uma noite mágica para ele idiota que sou novamente me deixei entregar, então voltamos para seu quarto, mas desta vez não ficamos quentes como antes e sim delicados, apenas abraçados e eu adormeci em seus braços.

Autora Misteriosa.. Otos