Mundo Gentili
quinta-feira, 7 de março de 2013
Sobre a Fanfic Complicated
Oi daniletes e daniletos k sqn. Quem aqui acompanha a fic que eu escrevo? O////. Então, e quem conhece o POP fics? O////. Bom, eu estive pensando em postar Complicated lá. O único complicado é a demora que rola pra atualizar, mas acho que pode ser melhor e mais divertido. Lá as fanfics podem ser interativas e vocês vão curtir muito mais ler a história. Bom, me digam no twitter o que vocês acham ok? E se isso der certo, quem sabe eu não mando os contos também??? Beijos. Lari. @Ojunioreumtesao
segunda-feira, 12 de novembro de 2012
Quarto Capitulo da web série :: Contos Eróticos
Sai correndo, chorando, como se isso fosse me livrar de todos os medos que sentia naquele momento, desde o medo de perde-lo até o de cair em lágrimas em sua frente, não queria que nada desse errado, não queria decepciona-lo como sempre faço, precisava me acalmar então liguei pra Veronica pra ouvir ela falando coisas extremamentes inúteis mas que me faziam melhor.
Escutei o barulho da campanhia era Danilo Gentili, apoiado na porta e sorrindo de um jeito que o desenho de suas covinhas ficava perfeito, fiquei sem reação apenas olhando pra ele, não conseguia falar nada, o que ele tava fazendo aqui? Eu falei que não queria falar com ele mais.
- Oi - Diz ele com uma voz envergonhada, entrando sem eu falar nada.
- O que você ta fazendo aqui? Você não deveria estar aqui - Falei indo pro quarto, com uma voz tremula, tava com medo do que ele poderia fazer.
Ouvi a porta da sala se fechando e os barulhos do all star de Danilo vindo em direção ao meu quarto, enquanto eu estava sentada na cama com a cabeça abaixada, ele entra no quarto, senta a minha frente:
- Pare de chorar - Diz Danilo passando a mão desde as maças do meu rosto até as curvas da minha cintura, onde me apertava firme contra seu corpo, levantou a mão e limpou minhas lágrimas fazendo eu sorrir levemente, beijou da minha bochecha até minha boca, desceu sua mão até minha cintura, tirou suavemente minha blusa até a cima dos meus peitos, apertou firmemente meu peito com sua mão e com a outra foi tirar o sutiã.
- Dan - Gemi segurando seus cabelos enquanto beijava meu peito direito e passava a mão pelo meu corpo inteiro. Beijei-o na boca, deslizei minha mão até o fim de sua blusa e o começo de sua calça jeans, tirei sua blusa, voltei beijando seu corpo até o zíper da calça. Ele me jogou na cama e deitou em cima de meu corpo, começou beijando minha boca e foi descendo até meus peitos, passando pela barriga, até chegar ao zíper da minha calça jeans cujo abriu com toda delicadeza, tirou minha calça e voltou a beijar minha boca, passando a mão dos meus peitos até minha bunda, onde apertou com força e deu um tapa deixando a marca de sua mão.
Levantei e comecei a abrir seu zíper e ao mesmo tempo beijava seu pescoço, abaixei sua calça e ele ficou só de cueca box branca, fui descendo suavemente até seu penis e ele me levanta e me aperta contra seu corpo, passando a mão no meu cabelo e começou a me beijar, deitou-me na cama e deitou entre minhas pernas, começou a beijar meus peitos e foi descendo até chegar na minha calcinha onde tirou-a delicadamente e começou a beijar suavemente minha vagina.
- Dan... - Gemi segurando ao lençol como se fosse algo que iria me libertar, ele parou, tirou a cueca box e colocou seu penis em minha vagina, começou devagar, iniciou fazendo movimentos pra frente, para trás, para frente, para trás, suavemente me beijou e começou a acelerar, fazendo com que eu gritasse como se fosse a ultima coisa que faria aquela hora, segurou meus braços junto a cabeceira da cama e começou a acelerar cada vez mais.
Não respondia mais o que eu sentia, era algo extraordinário, algo diferente, algo surpreendente, era algo que:
- AAAAAAAH Dan - Não aguentei, puxei-o pra baixo e segurei seu corpo contra o meu, mordendo seus lábios e passando a mão pelas suas costas.
- Leti, acho errado isso - Diz Danilo passando a mão até o fim das minhas costas e voltando como se sua mão fosse uma leve pena.
- O que? - Respondi logo depois de beijar seu pescoço fazendo com que suas bochechas ficassem vermelhas e ele me apertasse mais contra seu corpo.
- A gente esconder isso, acho que eu realmente to gostando de você, sei lá - Diz ficando cada vez mais vermelho e cada vez me excitando mais passando as mãos nas minhas costas.
- Não precisamos manter segredo, se tu não quiser, apenas não quero que suas fãs me mate... - Danilo interrompe me dando um beijo e levemente levanta da cama, sem dizer nenhuma palavra, apenas pega sua calça jeans, sua blusa preta, seu boné e vai até a sala.
- Danilo? Danilo? - Coloco um vestido e vou até a sala atrás dele e encontro apenas um bilhete no chão escrito: "Achei que poderiamos enfrentar todas as barreiras juntos, mas já que você não consegue suportar a pressão das fãs, vou ter que suportar viver sem você, beijos." Contendo as lágrimas sai correndo atrás dele na rua, avisto ele, cabisbaixa andando em direção ao nada, puxei-o pelo braço e abracei, abracei tão forte que parecia não havia mais ninguém, apenas eu e ele.
- Podemos enfrentar juntos,eu faço tudo ao seu lado, basta você querer - Falei ainda contendo as lágrimas e disfarçando-as com um simples sorriso.
- Quero ficar com você, apenas com você, pra sempre, eu gosto de você mais do que você imagina - Disse Danilo, vi um sorriso puro, um sorriso verdadeiro, um sorriso perfeito, Danilo beijou-me e ficamos ali, abraçados apenas esperando as horas passarem.
Autora Desconhecida que todos conhecem.
quinta-feira, 1 de novembro de 2012
Especial! Conto de Halloween. (atrasado)
Baile de Halloween! Peguei meu convite com muita vontade que
estava no criado ao lado da minha cama e sorri animada. Saltei da cama num
pulo, escovei os dentes e ajeitei o cabelo. Há semanas eu estava me preparando
e tinha, precisava ser perfeito, eu só não sabia como as pessoas iriam reagir.
Nunca apareci nas festas daquela droga de colégio, mas dessa vez algo me
motivava a estar lá, um motivo que tinha nome, lindos olhos e um metro e
noventa centímetros de altura... Ele, Danilo Gentili.
Desci as escadas animadamente e encontrei um bilhete que me
deixou surpresa, nele dizia “Filha, eu e seu pai fomos pra casa da sua tia, juízo,
cuidado, divirta-se na festa e não volte tarde para a casa, beijos e eu confio
em você. Mamãe!”
O QUE? Minha mãe nunca me deixava em casa sozinha, pra nada.
Mas tudo bem, eu não poderia e nem iria reclamar, liguei pra Luiza, minha amiga
e em alguns minutos ela já estava de mala e cuia batendo a minha porta, com a
expressão nada empolgada e bastante sonolenta.
-Você me acordou Mari! – ela disse se espreguiçando.
-Anime-se, temos que estar lindas no baile.
-Você só que ir nessa merda de baile por causa do Danilo.
Esquece isso amiga, ele vai estar rodeado de putas de maquiagem carregada e
saias mínimas, vai por mim.
-Dá pra pensar positivo, por favor, Gabi? – eu disse fazendo
uma careta mal humorada.
-Dá, mas só acho que você não deveria se encher de
esperanças. O Danilo é um cara imprevisível, não é bom esperar muito dele, sei
lá, só não quero que se decepcione, mas vou torcer por você.
Trocamos um abraço carinhoso e ela se jogou no sofá com uma
cara de quem não sairia dali antes das cinco, eu ignorei sua atitude e fui me
cobrir de cremes hidratantes, esfoliantes, mascaras para olheiras, removedor de
cravos e espinhas e todas essas inovações cosméticas, é lógico que contei com a
ajuda dos produtos da minha mãe pra isso. Pedimos um almoço e eu comi pouco,
fui ao salão, fiz as unhas e arrumei o cabelo, cheguei em casa um pouco
atrasada e Gabriela já me esperava pronta com a fantasia de nada dela, com a
mesma cara e humor de sempre, novamente a ignorei e fui terminar de me arrumar,
minha fantasia de dama de copas caiu perfeitamente bem em mim, um vestido
rodado e curto, preto e com corações vermelhos e uma capa pouco menor que o
vestido vermelha, uma coroa pequena e não muito trabalhada em meu cabelo, que
estava liso e com leves cachos nas pontas e sua franja cobria um pouco a
maquiagem escura, mas não carregada, de meus olhos e meu salto preto só ajudou
a deixar o look mais completo. A cara de espanto de Gabriella pra mim continuou
até chegarmos à quadra de esportes do colégio que estava com enfeites em
laranja e preto e bem escura, as luzes iluminavam parcialmente a escada pela
qual eu desci.
Bem que poderia, mas não foi um filme americano que você
chega, todos te olham e jogam os holofotes em você, mas que teve bastante gente
assustada com minha presença, isso teve. Não que eu fosse o patinho feio, mas
eu também nunca fui a diva da beleza, as pessoas se assustaram mesmo por que eu
estava realmente menos feia do que o de costume.
Procuramos uma mesa que estavam alguns amigos de classe e
Gabriella logo se sentou com aquela cara de quem não sairia dali por nada neste
mundo. Tudo bem, nada que uma boa dose de álcool não ajudasse, tomei em poucos
goles qualquer drink e me joguei na pista, preparada pra dançar até conquista-lo
e ele estava lindo, mais do que nunca, vestido de mosqueteiro, com os cabelos
mais arrumados do que o de costume, dançando livre, leve, solto e desengonçando
mas rodeado de alguns amigos e muitas, muitas garotas, garotas com fantasias
tanto quanto vulgares e chamativas.
Depois de uma maratona de foras distribuídos em cima daquele
salto infernal, eu já havia desistido,
voltei a mesa que já estava vazia exausta, Gabriella provavelmente já devia
estar no milésimo sono, e Danilo não havia sequer notado minha presença, tirei
o salto e derrotada me caminhei pra fora da escola, andei algumas quadras e
prestes a girar a fechadura pra entrar em casa...
-Mari, você é muito distraída. – Pulei de susto ao ouvir uma
voz conhecida dizer tão perto de mim e me virei para a pessoa.
-D-a-ani-i-lo! – Confesso que demorei pra assimilar o que
estava acontecendo.
-Andei em passos largos e apressados atrás de você até aqui
e além de não conseguir te alcançar, não consegui fazer com que percebesse. –
Ele disse com um sorriso lindo ao rosto.
-Digamos que minha noite não tenha sido das melhores. – Eu retruquei
e levantei o salto que carregava na mão em sinal de que eu já estava exausta.
-Porque você não quis né? Tantos garotos chegaram em você.
O olhei com surpresa devido a sua resposta, eu não havia
visto ele reparar em mim, que dirá nos garotos que haviam chegado em mim
naquela noite.
-Garotos que não me interessam nem um pouco. Quem realmente
me interessa e a pessoa que me fez ficar em cima desse tronco de arvore a noite
toda, nem olhou pra mim enquanto eu estive lá. – Retruquei com um tom de
indignação.
-Talvez quem realmente te interesse, te ache muito mais
atraente com os pés descalços, com a maquiagem borrada e com leves sinais de
cansaço.
Eu sorri fraco e abaixei a cabeça, senti meu rosto corar de
tanta vergonha. Fitei seus olhos e por alguns instantes me distrai em leves
detalhes de sua fantasia, antes mesmo de sair do transe senti seus lábios
tocarem os meus e nossas línguas se entrelaçarem devagar, passei minha mão por
seus ombros e uma onda de calor que ficava cada vez mais forte tomou conta de
mim, ele segurava fortemente minha cintura com as duas mãos, me abraçando, e
eu, com a mão livre agarrei os cabelos de sua nuca e pude sentir nosso beijo se
transformar em selinhos até que já não estivéssemos mais nos beijando. Eu ainda
estava em êxtase e arrepiada dos pés a cabeça, pude ouvi-lo sussurrar baixinho
antes de entramos pra dentro e ele fechar a porta atrás de nós.
-Doces ou travessuras?
Ignorei o ronco vindo do sofá que provavelmente era de Gabriella,
ele girou a chave na porta e nas pontas dos pés subimos as escadas trocando
alguns amassos, provavelmente porque ele achou que meus pais estariam em casa.
Entramos pro meu quarto e fechamos a porta, ele desamarrou minha capa e deixou
que a mesma escorregasse até o chão, deixei meus sapatos no canto do quarto e
ele fez o mesmo com os dele. Confesso que foi um processo demorado e difícil se
desfazer das nossas fantasias, mas isso só tornava tudo aquilo mais excitante,
a cada peça de roupa que já não cobria mais nossos corpos, uma série de
arrepios diferentes. Minhas unhas
percorreram todo o seu tronco enquanto as mãos dele percorriam cada parte do
meu corpo. Deitados na cama, ele se curvou para alcançar minha intimidade com a
língua, senti meu corpo estremecer de prazer e alguns minutos depois cheguei ao
meu ponto máximo. Me virei por cima dele e distribui beijos por todo seu corpo,
até chegar a seu órgão. Envolvi seu “brinquedinho’ e distribui beijos naquela
parte, antes de chupa-lo com muita vontade e de satisfaze-lo da mesma forma que
ele havia feito comigo. Ele olhou em direção a sua roupa e antes que ele se
levantasse abri minha gaveta e tirei de lá uma camisinha, que foi rapidamente
colocada por ele. Danilo me lançou um sorriso perfeito e investiu rápido e de
uma vez só, me fazendo soltar um gemido alto e abafado, ele foi acelerando o
ritmo e ficava cada vez melhor. Haviam gotículas de suor espalhadas por nossos
corpos e meus olhos já reviravam de tantos prazer, atingimos o clímax juntos,
ele se levantou e se livrou da camisinha, voltou e caiu ao meu lado com a
respiração ofegante. Encaramos o teto por alguns minutos e antes de dormir em
seus braços, sussurrei baixinho ao pé de seu ouvido...
-Travessuras.
FIM! Espero que tenham gostado do especial de halloween atrasado! Beijooooooooos =)
Terceiro Capítulo da websérie :: Contos Eróticos
Um dia andava de madrugada pela augusta, tinha acabado de sair do Comedians, e de repente começou a chover muito, um carro começou a me acompanhar andando, uma hora resolveu parar do meu lado e para minha surpresa era o Danilo!
Então ele sabendo quem eu era me convidou para que eu entrasse no carro, porem neguei e ele continuou insistindo, e eu disse que não pois a casa que tinha alugado para passar uns tempos em SP era logo do lado, então ele começou a me acompanhar novamente de carro daí acabei cedendo e ele me levou para sua casa.
Deixou-me usar seu banheiro me emprestou um moletom vermelho grande e lindo era em uma plena sexta, um dos dias que seu programa vai ao ar, então ele me convidou para que eu o assistisse junto com ele, eu fui numa boa, sentamos em sua cama e ficamos rindo de suas idiotices do programa então ele começo a passar sua mão suavemente sobre minhas pernas carnudas e eu na hora fiquei sem reação, não sabia se deixava ou se negava tal ato mas acabou que fui me entregando ao prazer e deixei que continuasse, ate que uma hora sua mão chegou na parte em que o calor começava.
Então começou a me beijar e fui cada vez mais me entregando ao prazer e deixando que fosse me usando como se eu fosse uma pequena boneca.
Depois de tudo eu fui me arrumar para ir embora, mas no momento em que chego na porta sinto uma mão me puxando pelo braço, quando me viro era ele, Danilo me pedindo para que eu ficasse com ele pois tinha sido uma noite mágica para ele idiota que sou novamente me deixei entregar, então voltamos para seu quarto, mas desta vez não ficamos quentes como antes e sim delicados, apenas abraçados e eu adormeci em seus braços.
Autora Misteriosa.. Otos
sexta-feira, 19 de outubro de 2012
Segundo Capítulo da websérie :: Contos Eróticos
Até que eu cheguei à escola, uma aula atrasada, droga, os corredores já estavam vazios e as portas das salas fechadas! Essa minha mania de dormir mais cinco minutos e depois ficar me emperequetando demais ainda iriam me dar problemas. Ele estava sentado em uma das mesas do refeitório, com o olhar e o horário, vagos, lendo e relendo algumas folhas. Eu nem queria me aproximar demais, pelo simples fato de que só de vê-lo eu sentia um calor imensurável, mas eu não poderia misturar as coisas, ele era apenas meu professor. Voltei ao foco e antes que eu começasse a subir as escadas, pude ouvir uma voz máscula me chamar. Olhei em sua direção e quase perdi o ar, ele fez um aceno com a mão, para que eu fosse até ele e quando eu vi já estava parada a sua frente.
-Aproveitando que você está ai atoa, vamos ali buscar uns materiais comigo, são muitos e eu vou precisar de ajuda, pode ser?
Respirei fundo e fiz que sim a cabeça. Deixei minha mochila próxima às coisas dele e seguimos em direção a sala de informática, que também servia pra guardar alguns livros velhos e materiais para os professores, ele correu até a secretaria e buscou uma chave, caminhamos e entramos em uma sala escura e um pouco empoeirada.. Ele acendeu as luzes, fechou a porta atrás de nós e trancou a mesma. Seu perfume era forte e ele estava deslumbrante, com uma blusa social branca que estava com as mangas dobradas até pra cima do cotovelo, evidenciando braços parcialmente fortes, uma calça jeans escura e tênis. Cheiroso, estiloso, bonito e educado. Respirei fundo.
-Procura pra mim dez livros de geografia do primeiro ano, por favor?
Comecei a procurar os livros, que estavam todos misturados em uma enorme estante, enquanto ele folheava algumas revistas e selecionava algumas.
-Danilo, pra que esses livros e revistas?
-Vou dar uma atividade em grupo na próxima aula, pra vocês recortarem e tal.
Já tinha encontrado nove livros, olhei pra cima e droga, eu me esforçava o máximo pra conseguir alcançar a ultima prateleira, mas por mais nas pontas dos pés que eu ficasse era insuficiente. Até que de repente, um calor fora do comum percorreu minha espinha e todos os fios de cabelo do meu corpo se arrepiaram ao sentir um perfume delicioso e um homem quase se esbarrar em mim. Ele pegou o livro e abaixou a mão, ficando na mesma posição. Virei-me e puta que o pariu... Aqueles olhos, hoje especialmente ele estava preparado pra matar a primeira aluna pervertida do coração, e essa aluna pervertida sou eu. Ele estava muito bonito, diferente de como andava nos últimos dias, arrumado demais, cheiroso demais, sexy demais, é maldade. Senti sua respiração quente estava muito mais perto do que recomendado do meu rosto, minhas mãos tremulas esticaram-se um pouco para pegar o livro. Até que ele abriu as mãos e deixou que o livro entrasse em impacto como chão. Por um instante, meus olhos se fecharam e finalmente eu senti seus lábios em contato com os meus, ele iniciou um beijo calmo e aos poucos nossas línguas começaram a brincar, se entrelaçando em perfeita sintonia. Ele pressionou seu corpo contra o meu e uma de suas mãos envolveu minha cintura enquanto a outra deslizava de meus ombros até minha nuca. Minhas mãos estavam espalmadas sobre seu peito e uma delas agarrava a camisa de leve, ele então me virou totalmente e me empurrou até uma superfície dura, levantou-me um pouco pela cintura e tirou a mão de minha nuca, levando até uma mesa e empurrando todos os objetos que estavam em cima dele, ele me sentou sobre a mesa, ficando entre minhas pernas, sem parar de me beijar por um segundo. Nem sei o que se passava em minha mente. Minhas mãos envolveram seu pescoço e nossos movimentos labiais cessaram, ele manteve nossos lábios colados enquanto respirávamos ofegantes em uma sintonia praticamente ensaiada, meus olhos se abriram encarando os dele e várias coisas se passaram em minha mente, uma de suas mãos que estavam envolvendo minha cintura deslizou até meu rosto e foi ai que eu pensei que iria desmaiar, não sei se pela falta de ar ou por aquele gesto inesperado. Ele acariciou minha bochecha com seu polegar e pude ouvir enquanto fechava os olhos lentamente, sua voz ofegante sussurrar, fazendo com que nossos lábios, ainda muito próximos um do outro se esbarrassem.
-Eu esperei por isso muito tempo.
Alguém chama o SAMU que eu estou enfartando. Ou então ficando louca. Ele sorriu e eu não pude evitar sorrir também. Ele retomou um beijo muito mais intenso, quente e apesar de estar consciente de tudo agora, minhas mãos deslizavam por todo seu abdômen de um jeito quente e me arrepiei fortemente ao sentir sua mão quente contra a minha cintura, ele havia levantado um pouco minha blusa que por ser um pouco curta e justa em mim, se mantinha enrolada na altura da cintura, eu levei minha mão até o primeiro botão de sua camisa e quando eu vi ela já estava em minhas mãos, pronta pra ser arremessada longe. Alisei todo seu abdômen ainda com mais vontade, sentindo seus músculos se contraírem. Até que um barulho quase ensurdecedor, muito filho de uma puta soou, me alarmando de toda situação. Maldito sinal. Fiz força pra me distanciar dele e pra terminar aquele beijo, ele ainda me segurava, mas sem mais resistir a minha pressão, ele separou nossos lábios mordendo meu lábio inferior. Eu abri os olhos ainda atordoada com a ideia e saltei da mesa arrumando minha blusa, dei as costas, preparada pra sair da sala, e apesar de seu olhar surpreso com minha atitude eu não olhei pra trás, antes de sair, pude senti-lo sorrir com um ar safado no rosto. Rodei a chave e após sair, bati a porta.
-Aproveitando que você está ai atoa, vamos ali buscar uns materiais comigo, são muitos e eu vou precisar de ajuda, pode ser?
Respirei fundo e fiz que sim a cabeça. Deixei minha mochila próxima às coisas dele e seguimos em direção a sala de informática, que também servia pra guardar alguns livros velhos e materiais para os professores, ele correu até a secretaria e buscou uma chave, caminhamos e entramos em uma sala escura e um pouco empoeirada.. Ele acendeu as luzes, fechou a porta atrás de nós e trancou a mesma. Seu perfume era forte e ele estava deslumbrante, com uma blusa social branca que estava com as mangas dobradas até pra cima do cotovelo, evidenciando braços parcialmente fortes, uma calça jeans escura e tênis. Cheiroso, estiloso, bonito e educado. Respirei fundo.
-Procura pra mim dez livros de geografia do primeiro ano, por favor?
Comecei a procurar os livros, que estavam todos misturados em uma enorme estante, enquanto ele folheava algumas revistas e selecionava algumas.
-Danilo, pra que esses livros e revistas?
-Vou dar uma atividade em grupo na próxima aula, pra vocês recortarem e tal.
Já tinha encontrado nove livros, olhei pra cima e droga, eu me esforçava o máximo pra conseguir alcançar a ultima prateleira, mas por mais nas pontas dos pés que eu ficasse era insuficiente. Até que de repente, um calor fora do comum percorreu minha espinha e todos os fios de cabelo do meu corpo se arrepiaram ao sentir um perfume delicioso e um homem quase se esbarrar em mim. Ele pegou o livro e abaixou a mão, ficando na mesma posição. Virei-me e puta que o pariu... Aqueles olhos, hoje especialmente ele estava preparado pra matar a primeira aluna pervertida do coração, e essa aluna pervertida sou eu. Ele estava muito bonito, diferente de como andava nos últimos dias, arrumado demais, cheiroso demais, sexy demais, é maldade. Senti sua respiração quente estava muito mais perto do que recomendado do meu rosto, minhas mãos tremulas esticaram-se um pouco para pegar o livro. Até que ele abriu as mãos e deixou que o livro entrasse em impacto como chão. Por um instante, meus olhos se fecharam e finalmente eu senti seus lábios em contato com os meus, ele iniciou um beijo calmo e aos poucos nossas línguas começaram a brincar, se entrelaçando em perfeita sintonia. Ele pressionou seu corpo contra o meu e uma de suas mãos envolveu minha cintura enquanto a outra deslizava de meus ombros até minha nuca. Minhas mãos estavam espalmadas sobre seu peito e uma delas agarrava a camisa de leve, ele então me virou totalmente e me empurrou até uma superfície dura, levantou-me um pouco pela cintura e tirou a mão de minha nuca, levando até uma mesa e empurrando todos os objetos que estavam em cima dele, ele me sentou sobre a mesa, ficando entre minhas pernas, sem parar de me beijar por um segundo. Nem sei o que se passava em minha mente. Minhas mãos envolveram seu pescoço e nossos movimentos labiais cessaram, ele manteve nossos lábios colados enquanto respirávamos ofegantes em uma sintonia praticamente ensaiada, meus olhos se abriram encarando os dele e várias coisas se passaram em minha mente, uma de suas mãos que estavam envolvendo minha cintura deslizou até meu rosto e foi ai que eu pensei que iria desmaiar, não sei se pela falta de ar ou por aquele gesto inesperado. Ele acariciou minha bochecha com seu polegar e pude ouvir enquanto fechava os olhos lentamente, sua voz ofegante sussurrar, fazendo com que nossos lábios, ainda muito próximos um do outro se esbarrassem.
-Eu esperei por isso muito tempo.
Alguém chama o SAMU que eu estou enfartando. Ou então ficando louca. Ele sorriu e eu não pude evitar sorrir também. Ele retomou um beijo muito mais intenso, quente e apesar de estar consciente de tudo agora, minhas mãos deslizavam por todo seu abdômen de um jeito quente e me arrepiei fortemente ao sentir sua mão quente contra a minha cintura, ele havia levantado um pouco minha blusa que por ser um pouco curta e justa em mim, se mantinha enrolada na altura da cintura, eu levei minha mão até o primeiro botão de sua camisa e quando eu vi ela já estava em minhas mãos, pronta pra ser arremessada longe. Alisei todo seu abdômen ainda com mais vontade, sentindo seus músculos se contraírem. Até que um barulho quase ensurdecedor, muito filho de uma puta soou, me alarmando de toda situação. Maldito sinal. Fiz força pra me distanciar dele e pra terminar aquele beijo, ele ainda me segurava, mas sem mais resistir a minha pressão, ele separou nossos lábios mordendo meu lábio inferior. Eu abri os olhos ainda atordoada com a ideia e saltei da mesa arrumando minha blusa, dei as costas, preparada pra sair da sala, e apesar de seu olhar surpreso com minha atitude eu não olhei pra trás, antes de sair, pude senti-lo sorrir com um ar safado no rosto. Rodei a chave e após sair, bati a porta.
sexta-feira, 12 de outubro de 2012
Primeiro Capitulo da websérie :: Contos Eróticos
Ouça a música, enquanto lê.. Opcional!
- Cada vez que eu te vejo você parece estar mais gostosa. – Danilo
sussurrou em meu ouvido quando eu o abracei no palco do teatro, me causando
diversos arrepios e me fazendo lembrar, de quando eu o conheci.
- E você cada vez mais sem vergonha. – Retruquei no mesmo
tom de voz desfazendo o nosso abraço e esboçando um sorrisinho de canto ao ver
seu rosto tão vermelho e seu sorriso tímido. Era incrível, mesmo após tantas
vezes que estivemos juntos, ele ainda corava com qualquer comentário meu.
Ele sustentou meu olhar por um bom tempo, eu apenas sorri
sai do palco, permitindo que as demais pessoas também conseguissem falar com
ele. Sai do teatro vagarosamente, sem ao
menos olhar pra trás, respirei o ar tranquilo da cidade e atravessei a rua me
sentando em um banco de frente para a entrada do teatro. Pouco tempo depois
aqueles olhos que pareciam me devorar desde que eu havia falado com ele se
aproximavam de mim, me roubando o ar. Ele parado a minha frente, com aquele
sorriso que eu adorava encarar, suas mãos quentinhas envolveram as minhas me
puxando pra cima em um impulso, senti nossos corpos colarem e nosso lábios se
unirem em uma sintonia perfeita.
- Danilo, acende a luz, assim vou acabar derrubando tudo. –
Eu disse, rindo um pouco, enquanto ele ofegava e suas mãos deslizavam por todo
meu corpo.
Ele pareceu não me
ouvir e prosseguiu, senti minhas costas colidirem contra a cama grande e macia
do hotel e depois um corpo um pouquinho acima do peso cair pesadamente sobre
mim, ele voltou a me beijar e deslizou sua mão até o abajur, acendendo uma luz
fraca naquele quarto totalmente escuro. Paralisei o beijo, pegando-o de
surpresa e comecei a rir descontroladamente. Danilo me lançou um olhar confuso.
- Finalmente em uma cama. Achei que nós nunca sairíamos dos
móveis que compõe uma sala, parabéns pelo progresso, Gentili. – eu ri e o
contagiei, ele caiu ao meu lado e me encarou com um sorriso maravilhoso, porém
muito envergonhado.
Voltamos a entrelaçar nossos lábios, dessa vez com mais
desejo, ele revirou o corpo sobre o meu, sua boca deslizou de meus lábios até
meu pescoço, o contato de sua respiração quente com a minha pele me causava
leves arrepios, da ponta dos pés até o meu último fio de cabelo. Ele puxou sua
própria blusa pra cima, afastando seus lábios de meu pescoço apenas enquanto
passava pela cabeça, em poucos segundos as peças de roupa que impediam nossos
corpos de se comunicar já estavam bem longe. Cada toque evidenciava uma sessão
de explosões hormonais, após um longo ano sem aquele delicioso perfume de homem
invadindo meus pulmões eu tentava e conseguia muito bem aproveitar cada momento
de prazer que ele me proporcionava e que eu sempre agradecia com um agrado, sua
barba roçando lentamente em mim enquanto sua boca percorria as partes mais
intimas de meu corpo. Tomamos os devidos cuidados e sem mais me aguentar, com
meus olhos ardendo de tesão, segurei forte em suas costas, cravando minhas
unhas nelas e disposta a deixar marcas doloridas por ali, Danilo me invadiu de
uma só vez, sem mais rodeios, ele parecia sedento por algo que não tinha a
muito tempo, após cinco maravilhosas transas ao longo de alguns eu pude
concluir que com o passar do tempo ele ficava melhor em me satisfazer, ele
sempre conseguia se superar, como se cada vez aprimorasse mais suas técnicas.
Ele aumentava o ritmo cada vez mais, percorri minhas mãos até encontrar seu
cabelo, deixando-o cada vez mais perfeitamente bagunçado. Sua respiração quase
falha de tão ofegante me dava a perceber que estava atingido seu ponto máximo
de tesão e eu não estava longe disso, depois de algum tempo, sem mais resistir
ele chegou ao clímax, seguido por mim. Caiu com a expressão cansada ao meu
lado, porém com um sorriso tímido, mal iluminado pela luz fraca do abajur. Após
alguns segundos escutando as batidas aceleradas de nossos corações eu o ouvi
chamar meu nome em tom de sussurro.
- É incrível perceber que cada vez que nos encontramos, as
coisas melhoram mais ! – Ele disse ainda ofegante e alisou meu rosto com seu
polegar.
Danilo tomou os devidos cuidados para se livrar da camisinha
e deitou de volta na cama me abraçando contra seu peito nu. Eu encostei minha
cabeça em seu peito e após alguns minutos seguidos de um longo silêncio eu
percebi que ele estava dormindo, me levantei devagar e coloquei minhas peças de
roupa, tentando ao máximo não fazer barulho, prendi meu cabelo em um coque alto
e desengonçado, porém muito charmoso, e pisando na pontinha dos pés o lancei um
olhar, antes de deixar aquele quarto.
-Ei, não vai me dar a honra da sua presença ao meu lado esta
noite? – Me virei para trás, após ouvi-lo pronunciar tais palavras com a voz
ainda rouca.
-Deixa pra uma próxima vez. Até logo Danilo. – Eu sorri,
calçando meus sapatos e dando as costas.
-Até logo, e espero que essa próxima vez não demore a
chegar! – Foi tudo que eu ouvi antes de sair daquele lugar.
E que não demorasse mesmo, mal havia acabado de o ter e já
estava com o coração latejando de saudade.
segunda-feira, 1 de outubro de 2012
Sobre as acusações do suposto crime de racismo.
Quero deixar claro que não estou generalizando e muito menos me excluindo do quadro..
Olá criminosas e não criminosas. Neste domingo, 1º de outubro de 2012 o usuário do perfil que eu não vou citar se não ele vai tirar print, tirou uma série de prints onde segundo ele tinha sido ofendido pelo humorista lindo e nosso marido, Danilo Gentili.
No facebook ele postou os prints em um álbum de nome “Ataque RACISTA comandado por DANILO GENTILI” e com a legenda “Caros amigos! Nesta madrugada sofri o maior ataque racista de minha vida. Após solicitar ao humorista Danilo Gentili que me fornecesse um endereço de email da BAND para que enviasse uma cópia da denúncia a ser no Ministério Público começaram os ataques. As fãs de Danilo Gentili, lideradas por ele disseram as piores coisas que um ser humano pode ouvir. Printei a maioria dos comentários pelo celular e disponibilazerei aqui no Facebook por enquanto. Este incidente serve para alguns de vocês repensarem se realmente o RACISMO no Brasil não existe! E principalmente repensarem se no HUMOR, tudo é valido. Um ótimo dia a todos!”
Realmente, ele foi alvo de algumas piadinhas engraçadas, porém bastante infelizes, vindas tanto do Danilo, quanto por algumas fãs. O motivo da revolta das fãs foi pelo fato desse homem ter acusado o Danilo sem nenhuma aparente prova. Ele provocou o humorista, pediu pra ser alvo de alguma piada e quando foi colecionou diversos print, esse mesmo homem fez um vídeo que com o perdão da palavra é “ridículo” cheio de cortes e más edições pra tentar incriminar o Danilo por algo que não aconteceu. Ou que só aconteceu após uma série de provocações e insinuações.
O que este cara tentou fazer foi simplesmente “provocar o Danilo, para que ele ficasse nervoso e acabasse falando algo que poderia o prejudicar” e infelizmente este homem aí conseguiu.
Na legenda do albúm dos prints no facebook ele diz “Nesta madrugada sofri o maior ataque racista de minha vida. Após solicitar ao humorista Danilo Gentili que me fornecesse um endereço de email da BAND para que enviasse uma cópia da denúncia a ser no Ministério Público começaram os ataques” o que me soa bastante interessante é que o endereço do Grupo Bandeirantes de Rádio e Televisão está disponível no Google que é o site mais fácil pra se encontrar o endereço, mas ele quis pedir ao Gentili, com a intenção de provoca-lo.
Em seguida, na mesma legenda ele coloca “As fãs de Danilo Gentili, lideradas por ele disseram as piores coisas que um ser humano pode ouvir.” Fãs sim, mas lideradas por quem? Esse homem usou de mais um equivoco pra tentar incriminar Gentili. É importante que fique claro que o Danilo NUNCA pediu pra que nenhuma de suas fãs dissessem quaisquer coisas a este homem que o acusa, o Danilo NUNCA pediu e NUNCA apoiou. E talvez este seja o erro da maioria das fãs do Danilo, não medem as consequências para defender o cara que elas admiram e então acabam ofendendo as pessoas e prejudicando o próprio Danilo, mesmo sem querer.
E que fique outra coisa clara, suas fãs não são um grupo terrorista para serem lideradas, nem pelo Danilo e nem por ninguém. E em nenhum momento as brincadeiras feitas por elas, mesmo sendo ofensivas, foram para cometer crime de racismo.
O racismo é evidente em nosso país, mas é preciso diferenciar o que realmente é um crime com aquilo que não passam de brincadeiras sem a menor intenção criminosa.
Fica o meu recado em nome das fãs e meu pedido de desculpas ao Danilo por nos intrometermos e talvez piorarmos a situação.
Por: @Ojunioreumtesao
Olá criminosas e não criminosas. Neste domingo, 1º de outubro de 2012 o usuário do perfil que eu não vou citar se não ele vai tirar print, tirou uma série de prints onde segundo ele tinha sido ofendido pelo humorista lindo e nosso marido, Danilo Gentili.
No facebook ele postou os prints em um álbum de nome “Ataque RACISTA comandado por DANILO GENTILI” e com a legenda “Caros amigos! Nesta madrugada sofri o maior ataque racista de minha vida. Após solicitar ao humorista Danilo Gentili que me fornecesse um endereço de email da BAND para que enviasse uma cópia da denúncia a ser no Ministério Público começaram os ataques. As fãs de Danilo Gentili, lideradas por ele disseram as piores coisas que um ser humano pode ouvir. Printei a maioria dos comentários pelo celular e disponibilazerei aqui no Facebook por enquanto. Este incidente serve para alguns de vocês repensarem se realmente o RACISMO no Brasil não existe! E principalmente repensarem se no HUMOR, tudo é valido. Um ótimo dia a todos!”
Realmente, ele foi alvo de algumas piadinhas engraçadas, porém bastante infelizes, vindas tanto do Danilo, quanto por algumas fãs. O motivo da revolta das fãs foi pelo fato desse homem ter acusado o Danilo sem nenhuma aparente prova. Ele provocou o humorista, pediu pra ser alvo de alguma piada e quando foi colecionou diversos print, esse mesmo homem fez um vídeo que com o perdão da palavra é “ridículo” cheio de cortes e más edições pra tentar incriminar o Danilo por algo que não aconteceu. Ou que só aconteceu após uma série de provocações e insinuações.
O que este cara tentou fazer foi simplesmente “provocar o Danilo, para que ele ficasse nervoso e acabasse falando algo que poderia o prejudicar” e infelizmente este homem aí conseguiu.
Na legenda do albúm dos prints no facebook ele diz “Nesta madrugada sofri o maior ataque racista de minha vida. Após solicitar ao humorista Danilo Gentili que me fornecesse um endereço de email da BAND para que enviasse uma cópia da denúncia a ser no Ministério Público começaram os ataques” o que me soa bastante interessante é que o endereço do Grupo Bandeirantes de Rádio e Televisão está disponível no Google que é o site mais fácil pra se encontrar o endereço, mas ele quis pedir ao Gentili, com a intenção de provoca-lo.
Em seguida, na mesma legenda ele coloca “As fãs de Danilo Gentili, lideradas por ele disseram as piores coisas que um ser humano pode ouvir.” Fãs sim, mas lideradas por quem? Esse homem usou de mais um equivoco pra tentar incriminar Gentili. É importante que fique claro que o Danilo NUNCA pediu pra que nenhuma de suas fãs dissessem quaisquer coisas a este homem que o acusa, o Danilo NUNCA pediu e NUNCA apoiou. E talvez este seja o erro da maioria das fãs do Danilo, não medem as consequências para defender o cara que elas admiram e então acabam ofendendo as pessoas e prejudicando o próprio Danilo, mesmo sem querer.
E que fique outra coisa clara, suas fãs não são um grupo terrorista para serem lideradas, nem pelo Danilo e nem por ninguém. E em nenhum momento as brincadeiras feitas por elas, mesmo sendo ofensivas, foram para cometer crime de racismo.
O racismo é evidente em nosso país, mas é preciso diferenciar o que realmente é um crime com aquilo que não passam de brincadeiras sem a menor intenção criminosa.
Fica o meu recado em nome das fãs e meu pedido de desculpas ao Danilo por nos intrometermos e talvez piorarmos a situação.
Por: @Ojunioreumtesao
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